Sempre guarde seus favoritos

quinta-feira, 5 de abril de 2018


Semana passada meu Notebook deu um tiuti (hello, Mercúrio retrógrado! 💣) e eu fiquei alguns dias sem ele.
Assim que ele voltou, resolvi fazer uma limpeza nos favoritos que ficavam lá esquecidos no Chrome.
Pois bem, comecei!
Cada pasta que eu abria, era uma gargalhada. 
Eu fiquei um bom tempo ali analisando e tentando lembrar o porque eu tinha aquele tanto de links nos favoritos.
Artigos para a faculdade, blogs que eu acompanhava e nem existem mais, cursos que eu queria fazer (de desenho a astrologia), inspiração de decoração, ideias de temas para posts que eu nunca escrevi, receitas que eu nunca fiz...
Uma coisa especificamente me fez dar muitas gargalhadas: a pastinha da wishlist
Nada, absolutamente nada do que estava ali estaria numa lista que eu faria hoje. Como foi engraçado ver que todas aquelas coisas que eu tanto queria naquela época hoje não fazem o menor sentido na minha vida. A Viviane daquela época era bem mais consumista! Hoje estou bem mais de boas nessa questão. hahaha
Fiquei aqui me perguntando: será que se eu tivesse comprado tudo aquilo faria alguma diferença na minha vida hoje? Acho que não. Acredito que conforme eu fui mudando minha maneira de pensar os meus itens também foram mudando e talvez hoje muitas daquelas coisas estariam jogadas em alguma gaveta ou expostas pegando poeira sem passar nem perto de retratar quem eu sou hoje.
E as músicas?
Não tem jeito. Sou mesmo apaixonada por música.
Nessa pastinha sim... Ah, que nostalgia! E sim, eu ainda gosto de todas as que estavam lá. De algumas eu nem lembrava do quanto eu amava e, como dizem por aí, "amor verdadeiro nunca morre" e todo amor que eu sentia por cada uma daquelas músicas continua aqui. 💖


Nunca deixei de ouvir Matisyahu, mas não lembrava dessa versão pra música do Bob. Que coisa linda. Logicamente me emocionei ouvindo. Quantas lembranças uma simples música pode despertar em nós não é? 
Continuei ouvindo as músicas dele enquanto terminava de limpar o resto dos favoritos. 
Os anos passaram, eu mudei muito, mas muito mesmo. 
Os favoritos, os desejados, as metas, os assuntos interessantes, quase tudo mudou. 
É bom olhar pra trás e ver o quanto eu já andei. Mas uma coisa não mudou: a música sempre me ajudou a ter esperanças, sempre.

Não é a data, é a energia que colocamos nela

domingo, 1 de abril de 2018


Estamos começando o quarto mês de 2018.
Eita!
Vou ter que dizer que se for parar para refletir acho isso meio assustador. 
É clichê, mas parece que foi ontem que eu tinha em mente algumas coisas pra fazer esse ano, mas ele começou tão insanamente desembestado e colocando por terra um tanto de coisas que eu ainda estou tentando ver como é que 3 meses puderam ser tão devastadores emocionalmente e, ao mesmo tempo, libertadores pra muitas coisas ruins as quais eu estava ligada.
2018 chegou mostrando que ainda tenho muito pra limpar nesse meu coração. Muito mesmo, vixe!
Acredito que nunca me percebi tão humana antes. É vulnerabilidade e sensibilidade como nunca vi. Não que isso seja ruim, ser vulnerável tem me ensinado cada vez mais que está tudo bem em ser humana, meio perdida nesse mundão e imperfeita.
No meio dessa sensibilidade e processo de alto conhecimento as tais sombras aparecem. 
A gente se assusta. São umas coisas "feias" que a gente deixa nas gavetas e brotam do nada! 
Todos os seres humanos tem, e se você ainda não se iluminou elas estão aí em algum lugar.
Mas não precisa ter medo, a parte boa é que quando elas aparecem é porque este é o momento de você começar a curá-las.
Escrever faz parte da minha cura diária. 
Todos os dias escrevo um pouco, é vital.
Mas deixa eu falar com você aí sobre esse ano.
Ele pode ter começado há alguns meses atrás e isso não faz a menor diferença. São só datas e nada mais do que isso.
Tudo que a gente se castiga cobrando que já devia ter feito porque já estamos no 4º mês e porque não deveria ter acontecido ainda.
Sim, isso mesmo que você está lendo.
Vamos tentar nos cobrar menos? 
Eu, você, nós, podemos começar a viver nossas metas agora mesmo se assim for o nosso desejo. 
Ou podemos adiar um pouco mais se a nossa alma diz que não é a hora.
Eu queria ter voltado com o blog há meses atrás, mas só consegui hoje.
A melhor hora é aquela em que estamos prontos.
E agora, depois de uma tempestade sinistra, eu me sinto realmente pronta pra esse ano.
Pronta pra aprender mais, pra me descobrir mais, pra ser alguém cada vez melhor pra mim em primeiro lugar, e para o mundo.
Assim caminhamos.
Feliz ano novo novo dia. 💖