Respeitando meus limites

segunda-feira, 24 de agosto de 2020



Ontem, um pouquinho antes de dormir, peguei minhas canetas coloridas, meu planner basiquinho da Tilibra cor de rosa, um chocolate quente e comecei a fazer as listas de afazeres da semana feliz da vida.
Acordei nessa segunda-feira e não foi nenhuma surpresa quando vi a temperatura.
Esses dias no RJ estão de fato um gelo ainda não consegui transmutar minha raiva do frio! 😂) e tenho adiado o que posso sem culpa.
mais um dia de frio no Rio de Janeiro.
Quando a gente planeja a semana não leva em consideração como vamos estar no dias em questão.Fica lá tudo muito lindo e organizado nos planners, agenda e apps
Eu comecei a fazer um novo exercício já faz algumas semanas que tem dado resultados e tem mudado os meus dias e minhas cobranças.
O tal exercício é o de começar a conversar com meu corpo e perguntar a ele sobre o que ele quer comer, sobre descansar ou sobre fazer as coisas e acreditem, o corpo fala. Principalmente o coração,
Foi isso que eu perguntei hoje quando eu acordei e vi aquele tempo nublado e cinza de novo por aqui: perguntei para o meu corpo o que iríamos fazer hoje e claro que nem todas as pessoas tem esses privilégio e eu reconheço isso. 
Tem dia que estamos bem e dispostos e tem dias que não estamos bem. Faz parte da nossa caminhada nessa existência esses altos e baixos.
Muitas vezes acabamos nos obrigando a fazer coisas pra cumprir listas ou expectativas do nosso ego e até das outras pessoas.
Nos melhores dias nos dedicamos com toda a alma ao que devemos fazer, mas e nos dias em que tudo o que queremos é ficar quietos no nosso canto?
A minha sugestão pra quem ler esse post e estiver se cobrando demais hoje é:
Faça tudo sempre com alma e se respeite, se desafie, sim, para não permanecer acomodado, mas nos dias em que sua alma pedir calma e silêncio, ouça.
Existem compromissos e tarefas que são importantes, mas tem sempre algo que podemos adiar.

Estou me acostumando a ouvir cada vez mais a voz da minha alma e o meu corpo sem me julgar.
E você? Consegue ouvir da sua?

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